Olá!

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O que somos?

O Jornalzine começou em maio de 2020 como um material que é tanto um jornal quanto um fanzine.

Estamos em uma rede de pessoas que conversam sobre a racialização branca, assim como todos os desdobramentos que esse processo de racialização traz em um mundo estruturado pelo racismo.

Como isso acontece?

Fazemos isso através de rodas de conversas (abertas a todes) online, grupos online (no whatsapp e aqui no fórum) e através do material, o próprio jornalzine, que é criado em conjunto, periodicamente.

A intenção é construirmos estratégias de enfrentamento aos racismos dentro das bolhas das branquitudes. Nos responsabilizarmos pelas nossas histórias, pelas histórias das pessoas que vieram antes e garantiram que a realidade esteja tal qual é.

O que são
branquitudes?

O grupo “branco” também é um grupo racial. Há um motivo para pessoas brancas não se lerem como racializadas. Ser branco vai muito além da cor da pele: consiste em deter privilégios raciais, simbólicos e materiais.

A questão é que nós, as pessoas brancas, sentimos um imenso desconforto quando iniciamos nossa compreensão de que pertencemos a um grupo étnico-racial. Justamente porque nunca precisamos fazê-lo.

Apenas a branquitude tem o privilégio de não precisar se reconhecer.

Usa-se branquitudes, no plural, porque há diferenças dentro da concepção do que é ser branco de acordo com as formações sociais e culturais de cada localidade.

Vamos juntes?

estamos também no instagram: @jornalzine

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Notas mentais

Texto de Davi Akintolá Honestamente eu não iria começar esse texto dessa forma. Respirei fundo e lembrei das palavras de Chimamanda que alertava sobre a raiva não ser uma boa companheira no momento da escrita. Confesso que ainda tenho muitas dúvidas em relação a isso, mas dessa vez vou tentar seguir o conselho. Alguns dias

Lugar de escuta

Texto escrito por Davi Akintolá Ter ficado um tempo parado sem escrever parece ter deixado meus dedos enferrujados. Vou te contar o que aconteceu. Após a conclusão da primeira versão dessa escrita, fui pedir a preciosa consultoria de Mayara (minha companheira de jornada a quem constantemente “alugo” os ouvidos e exponho minhas inseguranças textuais) que